O manifesto dos sonhos

 Nesse espaço, virtualidade limitada por paredes invisíveis, existe a premissa da leveza entre sombras e desejos oníricos.

Falas que reverberam ações carregadas da fantasia estática dos homens, escolhendo as sementes num quintal sem minhocas, tudo girando pelo eixo da elite.

Surge o manifesto dos sonhos entre a guerra de egos e a revolta dos invisíveis, vozes que gritam a frase curta da "igualdade de direitos, humanos deveres".

Deveria ser a revolução sem armas, mas, existe a caneta e o papel, existe a tecnologia do celular smartphone e o notebook de última geração.

Vemos propagandas em shorts (videos curtos) e comemos fast food para enganar a fome de leitura e interpretação. Estamos caminhando numa era de loucura egoica, idio-cratica vertigem posicional, afago nas marcas do novo Aeon. Ruptura intensional do modo de vida pró - desenvolvimento neuro cognitivo.

Era só um manifesto, preciso dizer, perdi o foco, perdi a concentração, os meus transtornos gritam nesse cubículo de paredes de isopor.

Aquelas crianças já nascem com a musiquinha do baby shark tocando no televisor, é ensurdecedor.

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