O conceito do três

Pensei em colocar por aqui aquilo que eu nunca colocaria nos outros dois blogs que possuo, dois  anciões e por serem parte daquele eu-lírico da G que queria escrever de forma alucinada, sem freios, sem conexões tão formadas, no sentindo mental dessa palavra.

Em ALUCINAÇÕES DO VERSO eu quero mexer em outras estruturas, alguém vai dizer que no final é tudo sempre igual, estou tentando evitar o pensamento literal, mas, também aceito a nuance dessa realidade surgir. É até possível que surja, no final, tudo é probabilidade e incerteza. Devaneios e várias doses de loucura.

A trindade dessa vertigem:

1 - ALUCINANTES 

2- Outra Alucinação 

3- ALUCINAÇÕES DO VERSO 

Sim, parece um exagero, mas, a loucura tem todos os meios de gerar conexão, algo ali que gera essa certeza, em paralelo, pense nas árvores, cada papel é também a morte, se você observar atentamente a destruição está em tudo, cada pequena coisa, muita gente vendendo papel, alguns plantando novas sementes, outros juntando bombas nucleares, cada louco com sua intenção.

Na minha cabeça isso causa um eco, os ecos vão criando sinapses e a estrutura de um conceito.

Não gosto de ver acontecer, não é um processo leve, gera dores de cabeça, gera exaustão, gera crises e por fim os apagões. Pensei que ser normal era um desejo simples, pensei que eu conseguiria atingir a normalidade com os anos e a sabedoria adquirida na jornada da vida, Sócrates continua falando na minha visão mental "só sei que nada sei". Isso me enlouquece, literalmente.

O funcionamento da estrutura cerebral e a loucura de cada dia, esqueci de tomar água, mas, contínuo compreendendo as coisas do outro lado. Devaneio sobre os dias e as noites, escrevo sobre aquilo que não consegui falar com a voz e guardei na garganta.

🍀

           

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