Arte & Sincronia
O Eremita surge numa conversa e essa conversa revela nuances da realidade, o sussurro das cartas, aquele movimento no silêncio que revela os seus sinais. Páginas de livros e cores que misturam o cheiro da Natureza, cada pequeno sinal, cada grande pergunta, cada vibração da sonora sentença.
Muito do que se observa é particular, existe a sutileza na escolha e no desejo. Um professor de Arte e sua sincronia que certamente envolve Magia, a beleza no que a imagem transparecia. Esses versos do que vemos quando olhamos para nossas expectativas, o romantismo e a idealização do amor ultra romântico.
A Jornada do Eremita é focada no pensar, no ato de saber dosar suas ações, passos num chão concreto e firme, não se pode andar pisando em nuvens de fumaça e vento. Essa sabedoria que respeita o tempo e o ritmo da vida, ver o sagrado na Natureza todos os dias e se ver no reflexo da água que cria círculos perfeitos.
O espelho desse rio que transmite uma mensagem sem palavras, imagens que contam a história das nossas emoções. É preciso fluir como o rio, é preciso respirar, é preciso mover as mãos e escrever novas histórias sobre a beleza de estar vivo.
Essa magia dos encontros é uma sincronia dos Deuses que vêem muito além dessa pequena bolha humana, os pequenos sentires, lúcidos e envoltos na realidade não linear. A poesia de poder simplesmente respirar olhando para algum lugar no infinito dos pigmentos da Íris.
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