O verbo e a Verdade
Essa métrica da linguagem, uma sombra de falsas esperanças, gênios e suas ilusões.
Falar da fumaça e jogar mais lenha numa fogueira para incendiar as pessoas e as cidades, não é mera coincidência, nem é uma lógica da Verdade, naquele livro falava sobre o verbo e a carne, dizem tantas falácias de livros sagrados, existe uma Deusa chamada de Terra, cada ser vivo nasceu no seio dessa Senhora, entretanto precisam adorar um Deus Invisível que vai surgir no final dos Tempos.
Observo as igrejas e as livrarias, não tenho preconceito com as Catedrais, eu gosto de cada Local Sagrado, mas, detesto as pessoas imorais. Uma fábula que vira o jogo, uma ilusão no tabuleiro de damas, são só manifestação e loucura. Essas palavras que devem fluir como se a água tivesse numa represa, são jogos de linguagem, Alegorias e símbolos que não revelam nada além da sua imaginação, cada povo, cada raça, cada cultura, cada esgoto que guardou um sentido no fundo de toda imundície, no meio dos vermes e dos dejetos, o cheiro é terrível, viver na sujeira é terrível.
Quem fala o que quer escuta o que precisa escutar, a verdade surge nos piores momentos, a sabedoria também gera ecos. Pensar nas limitações dessa consciência e da metafísica de Aristóteles, acreditar na Realidade como um veículo de projeção e continuar tentando filosofar sobre as indagações de humanos que se matam em guerras inúteis, falar e falar e falar novamente numa alienação tão evidente. Só os filósofos homens parecem falcões, mas, cada filósofa mulher trouxe grandes elucidações, acreditar na filosofia e na arte da Deusa Realidade. Fará sentido se reverberar numa camada além desses véus, fará sentido num futuro que chega imperfeito.
O verbo e a Verdade não guardam segredos.
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